e fico a conhecer o mundo.
Falo com os pássaros
que atiram segredos aos ramos.
Uivo na noite que me cobre os pés
e tenho o universo a escorrer-me dos dedos.
A esperança engole-me o ser
e as palavras despem-se
quando a consciência desvia o olhar.
Quero ver como se nunca tivesse pensado.
Quero ver-me como se nunca tivesse sentido.
Dormência, afasta-te.
Estou viva.

2 comentários:
e nao ha nada como estar vivos, e sentirmo-nos capazes de tudo! muito bom, como sempre!
isso mesmo!!
Gostei muito da força das tuas palavras.
brisas doces*
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