
Sinto-me frágil
como um dente-de-leão ao vento
queria ir nas folhas e gozar a brisa,
passeando nas correntes do mundo
e poder esquecer a haste que fica nua e só...
E esta vulnerabilidade que me veste
deixa-me num limbo agridoce...
deixa-me...assim...como uma parede.
É isso!
Sinto-me pintada de fresco!
8 comentários:
Ohhh Filipa... Que bonito poema.
Aliás, ler o poema e ver-te a mirar a luz da vela, é uma combinação maravilhosa. (Esquecendo a melancolia e ouvindo o canto do seu pranto..., dá vontade de transformar-la em música que chora a espera de que afinal não se soltem todas as folhas , que não deixe a inspiração nua e com frio...). Adorei!!!
Está magnífico... ao que já nos vens habituando.
Um abraço
Grande blog! Repleto de sensibilidade. Gostei imenso dos teus poemas* voltarei certamente...
sopro do coração...=) gostei *
Olá Filipa,
encontrei o teu blog por acaso, e achei engraçado ser quase "homónimo" do meu (http://sonsdalma.blog.com")... comecei a ler e verifiquei que existem outros fios comuns ;)
Gostei imenso. Parabéns de quem também conhece os Sons da Alma ;)
Vim reler sua poesia. E sabe da maior... Hoje sinto-me igual!
Olá,
Neste entardecer...
Os teus sons fizeram eco no meu coração...momento divino.
Beijinho
singularidade
Está lindo de facto...=)
Aproveito para agradecer a visita ao meu blog, e dizer que fiquei fã do teu!
Beijo! Vou voltar! =P
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