quarta-feira, 8 de julho de 2009


Só, por entre os soluços do ser.
Abrigo-me nas sombras da alma,
longe da solidão que queima.
Escorre das palavras o vazio
pintado em veneno escarlate.

Todas as novas experiências
partilhadas com ninguém!
Todas as páginas em branco
onde ninguém escreve!

E na madrugada virada do avesso
vivo este abandono em ferida...