
Só, por entre os soluços do ser.
Abrigo-me nas sombras da alma,
longe da solidão que queima.
Escorre das palavras o vazio
pintado em veneno escarlate.
Todas as novas experiências
partilhadas com ninguém!
Todas as páginas em branco
onde ninguém escreve!
E na madrugada virada do avesso
vivo este abandono em ferida...
3 comentários:
As páginas em branco são muitas vezes o abandono ou as lágrimas que as mancham e desaparecem com a poeira do tempo...
Que novas páginas sejam preenchidas por histórias felizes.
Belissimo poema, parabens pelo blog adorei
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