Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano, Vive uma louca chamada Esperança E ela pensa que quando todas as sirenas, Todas as buzinas, Todos os reco-recos tocarem, Atira-se E — ó delicioso vôo! Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada, Outra vez criança... E em torno dela indagará o povo: — Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!) Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam: — O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
O poema Esperança de Mário Quintana adequqa-se perfeitamente! Uma das fontes da alma é mesmo a ESPERANÇA ;)
3 comentários:
mas falta pouco, esta quaseeee, há-de voltar
há-de voltar sim.
:)
beijinho
f.
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano,
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas,
Todas as buzinas,
Todos os reco-recos tocarem,
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
O poema Esperança de Mário Quintana adequqa-se perfeitamente! Uma das fontes da alma é mesmo a ESPERANÇA ;)
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